Vimentin Expression as an Indicator of Aggressiveness in Molecular Subtypes of Breast Cancer: Immunohistochemical and Survival Analysis

Authors

  • Laura Kaori UFSJ
  • Francisco Augusto Silva Mesquita Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfofuncionais - Universidade Federal de São João del-Rei https://orcid.org/0009-0007-8366-9509
  • Ramon de Alencar Pereira Doutor, Pesquisador - Instituto Mário Penna - Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna – NEPI https://orcid.org/0000-0002-8170-9171
  • Paulo Guilherme de Oliveira Salles Laboratório de Pesquisa translacional em Oncologia, Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna Laboratório de Anatomia Patológica, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna https://orcid.org/0000-0001-8839-3491
  • Ana Luiza de Magalhães Freitas Laboratório de Pesquisa translacional em Oncologia, Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna Laboratório de Anatomia Patológica, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna https://orcid.org/0009-0004-0711-020X
  • Izabela Ferreira Gontijo de Amorim Doutora, Professora titular da Faculdade de Minas (FAMINAS-BH) e Pesquisadora do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna – NEPI https://orcid.org/0000-0003-3660-4167

DOI:

https://doi.org/10.61229/mpj.v2i2.56

Keywords:

Câncer de Mama, Transição Epitélio-Mesenquimal , Vimentina, Imuno-histoquímica, Marcadores Biológicos de Tumor

Abstract

Introdução: O câncer de mama (CM) é a principal causa de morte por câncer em mulheres e o mais diagnosticado, classificado em subtipos moleculares: Luminal A, Luminal B, HER2+, Triplo-Negativo e Triplo Positivo. A Transição Epitélio-Mesenquimal (EMT) envolve a mudança de células epiteliais para um estado mesenquimal, promovendo migração, invasão, resistência à apoptose, metástase e resistência ao tratamento; desta forma, entender seus mecanismos moleculares é essencial para identificar mudanças críticas nesse processo, impulsionando o desenvolvimento de novas terapias mais eficazes e personalizadas. Objetivo: Analisar o marcador celular vimentina em tecidos tumorais de uma coorte de pacientes atendidas no Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna. Métodos: Foram utilizadas amostras de tecido tumoral parafinadas de 20 pacientes com CM. As amostras foram coradas por imuno-histoquímica para o marcador vimentina, sendo as imagens analisadas e classificadas semi-quantitativamente em 1+ (discreta), 2+ (moderada) e 3+ (intensa) de acordo com a intensidade de marcação. A associação da sobrevida das pacientes  com CM e a expressão da vimentina foi realizada no Kaplan-Meier Plotter (KMplot). Resultados: Entre as pacientes, 10 eram do subtipo Luminal B, 6 do Luminal A, 2 de triplo positivo e 2 de triplo negativo. O subtipo Luminal B apresentou, em 7 das pacientes, padrão de deposição moderada, enquanto, em 4 pacientes do Luminal A, foi mais discreto. Os subtipos triplo positivo e Triplo-Negativo mostraram deposição intensa. A análise de Kaplan-Meier não revelou diferença significativa na sobrevivência entre grupos com elevada e discreta expressão de vimentina [HR 0,72 (0,34-1,56) p = 0,42]. Conclusão: Os resultados indicam que a expressão de vimentina em CM varia por subtipo, sendo elevada nos subtipos Triplo-Negativo e Triplo Positivo (indicando maior agressividade), moderada no Luminal B e discreta no Luminal A (perfil menos invasivo). A análise de sobrevivência não mostrou diferença significativa entre pacientes com elevada e discreta expressão de vimentina, que, apesar de sua importância biológica, não foi um preditor de prognóstico neste estudo. Estudos estão em andamento para avaliar quantitativamente os dados de expressão da  vimentina  e sua relação com fatores prognósticos das pacientes a fim de se obter um melhor entendimento do papel desse alvo como um possível biomarcador para diferenciar subtipos de câncer de mama e orientar tratamentos personalizados.

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Author Biographies

Francisco Augusto Silva Mesquita, Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfofuncionais - Universidade Federal de São João del-Rei

Graduado em biomedicina pela Centro Universitário de Belo Horizonte (Unibh) onde também se especializou em Microbiologia. Atualmente está cursando Mestrado no Programa de Ciências Morfofuncionais (PPGCM) pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) em associação ao Instituto Mário Penna.

Ramon de Alencar Pereira, Doutor, Pesquisador - Instituto Mário Penna - Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna – NEPI

Biólogo, graduando em análise e desenvolvimento de sistemas . MBA em Data Science Analytics pela USP, Mestre e Doutor em Patologia pelo Programa de Pós-Graduação em Patotologia da UFMG onde realizou pesquisas relacionadas a imunopatologia e teste de fármacos 

Paulo Guilherme de Oliveira Salles, Laboratório de Pesquisa translacional em Oncologia, Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna Laboratório de Anatomia Patológica, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (FM-UFMG, 1995). Residência em Clínica Médica pelo Hospital Municipal Odilon Behrens (1996) e em Patologia pelo Hospital das Clínicas da FM-UFMG (1999). Mestre em Patologia Médica pela FM-UFMG (2001). Research Fellow (Patologia Urológica) da Emory University (Atlanta, Georgia, EUA - 2002). MBA em Gestão de Sistemas de Saúde pelo IBMEC-MG (2007). Doutor em Medicina pela FM-UFMG (2010). Membro do corpo editorial da Revista : Mário Penna Journal(2022). Médico patologista sênior em laboratórios de Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Diretor Científico do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEPI) do Instituto Mário Penna (Belo Horizonte - MG).

Ana Luiza de Magalhães Freitas, Laboratório de Pesquisa translacional em Oncologia, Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna Laboratório de Anatomia Patológica, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna

Médica formada na Universidade Federal de Minas Gerais. Realizou residência médica em cirurgia geral no hospital da Unimed-BH. E posteriormente realizou residência médica em mastologia no Instituto Mário Penna, Belo Horizonte-MG. Apresenta o título de especialista em mastologia pela Associação Médica Brasileira e é membro da Sociedade Brasileira de Mastologia. Atualmente é coordenadora do Programa de Residência Médica em Mastologia no Instituto Mário Penna.

Izabela Ferreira Gontijo de Amorim, Doutora, Professora titular da Faculdade de Minas (FAMINAS-BH) e Pesquisadora do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna – NEPI

Médica Veterinária formada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em Medicina Veterinária, pelo Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias da Escola de Medicina Veterinária da UFMG (2007) e doutora em Patologia pelo Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da UFMG (2012). Pós-doutorado em patologia investigativa, área de concentração Patologia das Leishmanioses, pela Faculdade de Medicina da UFMG.

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Published

2025-10-23

How to Cite

Laura Kaori, Augusto Silva Mesquita, F., de Alencar Pereira, R., Guilherme de Oliveira Salles, P., de Magalhães Freitas, A. L., & Ferreira Gontijo de Amorim, I. (2025). Vimentin Expression as an Indicator of Aggressiveness in Molecular Subtypes of Breast Cancer: Immunohistochemical and Survival Analysis. Mário Penna Journal, 2(2), 99–102. https://doi.org/10.61229/mpj.v2i2.56

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